sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Saúde em 1º lugar




         Depois de um período de Hospital estou de volta. me recuperando e esperando a cirurgia. Ganhei uma hernia no estômago.

         Mais isso é o de menos Porque se o PS colocou isso em meu caminho é que posso passar por essa provação.



                                                 SPH.

Meditação do Dia SEXTA, 07 DE DEZEMBRO DE 2012


Meditação do Dia

SEXTA, 07 DE DEZEMBRO DE 2012





Sobreviver às nossas emoções
"Usamos os instrumentos ao nosso dispor e desenvolvemos a capacidade para sobreviver às nossas emoções." Texto, Básico, p. 30
"Sobreviver às minhas emoções?". dizem alguns de nós. "Estás a brincar!" Quando estávamos a usar nunca nos demos a oportunidade de aprender a sobreviver a elas. Achávamos que não era suposto sobrevivermos a sentimentos - tínhamos era de os drogar. O problema era que a "cura" para as nossas intoleráveis emoções estava a matar-nos. Foi então que viemos para Narcóticos Anónimos, começámos a trabalhar os Doze Passos e, como resultado, começámos a crescer emocionalmente. Muitos de nós encontraram alívio emocional logo de início. Sentíamo-nos cansados de fingir que a nossa adicção e as nossas vidas estavam sob controlo - de facto até nos soube bem poder finalmente admitir que não era assim. Depois de partilharmos o nosso inventário com o nosso padrinho ou madrinha, começámos a sentir que não tínhamos que negar quem éramos ou o que sentíamos, só para sermos aceites. Quando acabámos de fazer as nossas reparações, soubemos que não tínhamos de sofrer mais com a culpa. Podíamos admiti-la e isso não iria matar-nos. Quanto mais trabalhávamos o programa de NA, melhor nos sentíamos a viver a vida tal como ela é para nós. O programa funciona hoje tão bem como sempre. Se olharmos para o nosso dia, se formos honestos no que respeita ao nosso papel nele, e se nos rendermos à realidade, seremos capazes de sobreviver aos sentimentos que a vida coloca no nosso caminho. Ao usarmos os instrumentos de que dispomos, desenvolvemos a capacidade de sobreviver às nossas emoções.

Só por hoje: Não vou negar os meus sentimentos. Vou praticar a honestidade e render-me à vida tal como ela é. Vou usar os instrumentos deste programa para sobreviver às minhas emoções.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Meditação do Dia SEXTA, 16 DE NOVEMBRO DE 2012


Meditação do Dia

SEXTA, 16 DE NOVEMBRO DE 2012




Não mais sozinhos 
"Aos poucos e com cuidado, saímos do isolamento e da solidão da adicção e entramos na corrente da vida." Texto Básico, p. 42 
Muitos de nós passaram muito do seu tempo de uso sozinhos, a evitar a todo o custo outras pessoas - especialmente aquelas que não estivessem a usar. Depois de anos de isolamento nem sempre é fácil tentarmos encontrar um lugar para nós numa irmandade agitada, por vezes em alvoroço. Podemos continuar a sentir-nos isolados, olhando só para as nossas diferenças, em vez de para as nossas semelhanças. Os sentimentos opressivos que muitas vezes aparecem no início de recuperação - sentimentos de medo, raiva, e desconfiança - também podem manter-nos isolados. Podemos sentir-nos estranhos, mas não podemos esquecer-nos de que essa sensação de estranheza é nossa, não de NA. Em Narcóticos Anónimos é-nos dada uma oportunidade muito especial para ter amigos. Estamos junto de pessoas que nos entendem como mais ninguém pode entender. Somos encorajados a partilhar com essas pessoas os nossos sentimentos, os nossos problemas, as nossas vitórias, e os nossos falhanços. Lentamente o reconhecimento e a identificação que encontramos em NA transpõem o abismo de solidão e de inadequação que sentimos nos nossos corações. Como já ouvimos dizer, o programa resulta, se nós deixarmos. 

Só por hoje: A amizade de outros membros da irmandade é uma dádiva que me mantém vivo. Vou tentar alcançar a amizade que é oferecida em NA e aceitá-la.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Meditação do Dia QUARTA, 14 DE NOVEMBRO DE 2012


Meditação do Dia

QUARTA, 14 DE NOVEMBRO DE 2012




Não se trata só de sobreviver 
"Quando usávamos drogas as nossas vidas tinham-se tomado um exercício de sobrevivência." Texto Básico, p. 59 
"Mais valia morrer!" é um refrão familiar para um adicto a usar, e com boas razões. Tudo o que víamos pela frente era a mesma existência miserável. O que nos prendia à vida era, no mínimo, ténue. A nossa degradação emocional, a falta de vida espiritual, e a esmagadora sensação de que nada iria mudar, eram constantes. Tínhamos pouca esperança e não tínhamos um conceito da vida que andávamos a perder. A ressurreição das nossas emoções, dos nossos espíritos e da nossa saúde física leva tempo. Quanto mais experiência ganhamos de viver, em vez de meramente existir, melhor compreendemos quão preciosa e deliciosa a vida pode ser. Viajar, brincar com uma criança pequena, fazer amor, alargar o nosso horizonte intelectual e formar relações, estão entre as actividades sem fim que significam "Estou vivo." Descobrimos tanta coisa de que gostamos e sentimo-nos gratos por haver uma segunda oportunidade. Se tivéssemos morrido na adicção activa, teríamos sido cruelmente privados de tantos encantos da vida. Cada dia agradecemos a um Poder superior a nós mesmos por mais um dia limpo e por mais um dia de vida.

Só por hoje: Estou grato por estar vivo. Vou fazer qualquer coisa, hoje, para celebrar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Felicidade no máximo

Pessoal ontem tive um dia maravilhoso, pois disputei a ultima etapa do campeonato gaucho de jiu-jitsu e fui campeão da minha categoria e 3 lugar na categoria absoluto. Só o PS mesmo.


Obrigado e Tamo Junto.

Meditação do Dia SEGUNDA, 12 DE NOVEMBRO DE 2012


Meditação do Dia




SEGUNDA, 12 DE NOVEMBRO DE 2012


A nossa própria história 
"Quando contamos a nossa história com honestidade, alguém poderá identificar-se connosco." Texto Básico, p. 110
Muitos de nós ouvem partilhas verdadeiramente cativantes, em convenções de Narcóticos Anónimos. Lembramo-nos da audiência alternar entre lágrimas de identificação e uma alegria hilariante. Podemos pensar: "Um dia seria também o partilhador principal numa convenção." Bom, para muitos de nós esse dia ainda está para vir. De vez em quando podem pedir-nos para partilhar numa reunião perto da nossa casa. Podemos falar num "workshop" de uma convenção pequena. Mas depois deste tempo todo, continuamos a não ser partilhadores "conhecidos" - e não faz mal. Aprendemos que, também nós, temos uma mensagem especial para partilhar, mesmo que seja só numa reunião local com quinze ou vinte adictos presentes. Cada um de nós tem apenas a sua história para contar; ape- nas isso. Não podemos contar a história de outra pessoa. Sempre que nos levantamos para falar, muitos de nós descobrem que todas as frases inteligentes e as histórias engraçadas parecem desaparecer das nossas mentes. Mas nós temos qualquer coisa para oferecer. Transmitimos a mensagem de esperança - podemos recuperar, e na verdade recuperamos da nossa adicção. E isso é o suficiente. 

Só por hoje: Vou lembrar-me de que a minha história honesta é aquela que eu partilho melhor. Hoje, isso é o suficiente.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Meditação do Dia QUINTA, 08 DE NOVEMBRO DE 2012


Meditação do Dia

QUINTA, 08 DE NOVEMBRO DE 2012



Libertos da insanidade 
"Será insanidade chegar-se a alguém e pedir-lhe, 'Por favor; não se importava de me provocar um ataque de coração ou um acidente fatal?" Texto Básico, p. 28
Já ouvimos dizer que, a não ser que estejamos apaixonados, não conseguimos lembrar-nos de como o amor nos faz sentir. O mesmo pode ser dito sobre a insanidade: uma vez livres dela, podemos esquecer quão verdadeiramente bizarros podem ser os pensamentos insanos. Mas, para estarmos gratos pelo grau de sanidade à qual fomos devolvidos em Narcóticos Anónimos, temos de lembrar-nos de quão verdadeiramente insanos já fomos. Hoje pode ser difícil imaginarmo-nos a dizer algo tão ridículo como: "Por favor, não se importava de me provocar um ataque de coração ou um acidente fatal?" Ninguém no seu perfeito juízo pediria tal coisa. A questão é essa. Na nossa adicção activa, nós não estávamos no nosso perfeito juízo. Todos os dias punhamos a nossa adicção em prática, cortejávamos doenças fatais, a degradação, a exploração, o empobrecimento, o aprisionamento, a morte por violência ou, até, a morte por pura estupidez. Nesse contexto, a ideia de se pedir um ataque de coração ou um acidente fatal não parece assim tão estranha. Isso mostra quão insanos temos sido. O programa, a irmandade e o nosso Poder Superior - todos juntos têm realizado um milagre. O Segundo Passo não é uma esperança vã - é uma realidade. Ao sabermos o grau da insanidade que experimentámos, podemos apreciar melhor o poder miraculoso que já nos devolveu alguma sanidade. Por tudo isto, estamos verdadeiramente gratos. 

Só por hoje: Vou tirar algum tempo para me lembrar de quão insano fui quando a minha adicção estava activa. Depois vou agradecer ao meu Poder Superior pela sanidade que foi devolvida à minha vida.