sexta-feira, 29 de junho de 2012

SEXTA, 29 DE JUNHO DE 2012 Manter a recuperação viva



SEXTA, 29 DE JUNHO DE 2012


Manter a recuperação viva 
"A complacência é inimiga daqueles membros já com algum tempo limpo. Se nos mantivermos complacentes por muito tempo. o processo de recuperação cessa." Texto Básico, p. 94 
Passados os dois primeiros anos de recuperação, a maioria de nós começa a achar que todos os problemas foram ultrapassados. Se tivermos sido aplicados a trabalhar os passos, o passado estará largamente resolvido e teremos uma base sólida sobre a qual construir o nosso futuro. Aprendemos a aceitar a vida mais ou menos como ela é. A familiaridade com os passos quase que nos permite resolver os problemas à medida que eles surgem. Uma vez chegados a este nível de conforto, poderemos tender a achar que se trata de uma "paragem para descanso" no nosso caminho em recuperação. Se o fizermos, estaremos todavia a descurar a natureza da nossa doença. A adicção é paciente, subtil, progressiva, e incurável. É também fatal - podemos morrer desta doença, se não continuarmos a tratá-la. E o tratamento para a adicção está num programa vital e continuado de recuperação. Os Doze Passos constituem um processo, um caminho que percorremos para nos mantermos um passo à frente da nossa doença. Reuniões, apadrinhamento, serviço, e os passos, permanecem sempre essenciais para uma recuperação continuada. Muito embora seja diferente a forma como praticamos o nosso programa quando temos cinco anos de tempo limpo, do que quando tínhamos cinco meses, isso não significa que o programa tenha mudado ou que se tenha tornado menos importante, mas apenas que a nossa compreensão prática mudou e cresceu. Para mantermos a nossa recuperação fresca e viva, precisamos de estar atentos às oportunidades para pôr o nosso programa em prática.

Só por hoje: À medida que cresço na minha recuperação, vou procurar novas formas de pôr o meu programa em prática.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

QUINTA, 28 DE JUNHO DE 2012 A consciência de grupo


QUINTA, 28 DE JUNHO DE 2012


A consciência de grupo 
"Trabalhar com outros é apenas o início do serviço em NA." Texto Básico, p. 67 
O serviço exige uma devoção abnegada para transmitir a mensagem ao adicto que ainda sofre. Mas a nossa atitude de serviço não pode parar aí. O serviço também exige que olhemos para nós próprios e para as nossas motivações. Os nossos esforços em serviço tornam-nos altamente visíveis na irmandade. Em NA, é fácil tornarmo-nos "um peixe grande num aquário pequeno". A nossa atitude controladora pode facilmente afastar o recém-chegado. A consciência de grupo é um dos mais importantes princípios em serviço. É vital que recordemos que aquilo que conta é a consciência de grupo, e não apenas as nossas crenças e os nossos desejos pessoais. os nossos pensamentos e as nossas crenças contribuem para o desenvolvimento de uma consciência de grupo. Depois, quando essa consciência emerge, aceitamos a sua orientação. O segredo está em trabalharmos com os outros, e não contra eles. Se nos lembrarmos de que estamos num esforço comum para alcançar uma consciência colectiva, veremos que todos os pontos-de-vista têm o mesmo mérito. Quando a discussão tiver chegado ao fim, todos os pontos-de-vista irão convergir para transmitirmos uma mensagem unificada. Por vezes, é tentador acharmos que sabemos aquilo que será melhor para o grupo. Se nos lembrarmos de que não importa que as nossas opiniões vençam, será então mais fácil deixar que o serviço seja o veículo que é suposto ser - uma forma de transmitir a mensagem ao adicto que ainda sofre.

Só por hoje: Vou tomar parte no desenvolvimento de uma consciência de grupo. Vou lembrar-me de que o mundo não irá acabar se eu não levar a minha por diante. Vou pensar sobre o nosso propósito primordial em todos os meus esforços de serviço. Vou dar a mão a um recém-chegado.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

QUARTA, 27 DE JUNHO DE 2012 Mudança e crescimento


QUARTA, 27 DE JUNHO DE 2012


Mudança e crescimento 
"Quando alguém nos aponta uma imperfeição, a nossa primeira reacção poderá ser defensiva... Haverá sempre lugar para o crescimento." Texto Básico, pp. 41-42 
A recuperação é um processo que traz mudança às nossas vidas. Precisamos dessa mudança se quisermos continuar a crescer em direcção à liberdade. É importante que mantenhamos a mente aberta quando outros nos apontam falhas, pois estão assim a trazer à luz oportunidades para mudarmos e crescermos. Se reagirmos defensivamente, estaremos a limitar a nossa capacidade para receber a ajuda que nos estão a dar; se largarmos as nossas defesas, estaremos a abrir a porta à mudança, ao crescimento, e a uma nova liberdade. Cada dia em recuperação irá trazer uma oportunidade para mais mudança e crescimento. Quanto mais aprendermos a receber a mudança com uma mente e um coração abertos, mais iremos crescer e mais confortáveis nos sentiremos com a nossa recuperação. 

Só por hoje: Vou acolher com uma mente aberta cada oportunidade para crescer.

terça-feira, 26 de junho de 2012

TERÇA, 26 DE JUNHO DE 2012 Entregar a vontade própria


TERÇA, 26 DE JUNHO DE 2012


Entregar a vontade própria 
"Serão menos os medos, e a fé começará a aumentar, à medida que aprendemos o verdadeiro significado da entrega. Já não estamos mais a lutar contra o medo, a raiva, os sentimentos de culpa, a auto piedade ou a depressão." Texto Básico, p. 31 
A rendição é o começo de um novo modo de vida. Quando éramos motivados principalmente pela vontade própria, estávamos sempre a ver se tínhamos coberto todas as hipóteses, se tínhamos manipulado determinadas pessoas da forma certa para alcançarmos os nossos fins, se nos tinha faltado algum pormenor importante nos nossos esforços para controlar o mundo. Sentíamos medo, receando que os nossos esquemas falhassem; sentíamos raiva ou autopiedade quando eles falhavam; ou sentíamos culpa quando eles resultavam. Era difícil viver em vontade própria, mas não sabíamos viver de outro modo. A verdade é que a rendição não é sempre fácil. Pelo contrário, a rendição pode ser difícil, especialmente no início. Mesmo assim, é mais fácil confiar em Deus, um Poder capaz de gerir as nossas vidas, do que confiarmos unicamente em nós próprios, com as nossas vidas desgovemadas. E quanto mais entregarmos, mais fáceis as coisas se tornarão. Quando entregamos a nossa vontade e as nossas vidas aos cuidados do nosso Poder Superior, basta-nos cumprir a nossa parte, o mais responsável e conscientemente possível. Podemos então deixar os resultados ao nosso Poder Superior. Ao rendermo-nos, actuando na fé, e vivendo as nossas vidas de acordo com os simples princípios espirituais deste programa, podemos deixar de nos preocupar e começar a viver. 

Só por hoje: Vou entregar a minha vontade própria. Vou procurar conhecer a vontade de Deus para mim e as forças para realizá-la. Vou deixar os resultados ao cuidado do meu Poder Superior.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

SEGUNDA, 25 DE JUNHO DE 2012 Não foi apenas sorte


SEGUNDA, 25 DE JUNHO DE 2012


Não foi apenas sorte 
"O processo de vir a acreditar devolve-nos à sanidade. A força para agir vem dessa crença." Texto Básico, p. 29 
Vir a acreditar é um processo que radica na experiência pessoal. Cada um de nós tem esta experiência; todos os adictos que recuperam em NA têm uma prova sólida de um Poder benevolente a actuar para o seu bem nas suas vidas. Aqueles de nós que estão hoje em recuperação são, afinal de contas, os afortunados. Há muitos, muitos adictos que morrem da nossa doença sem nunca experimentarem aquilo que nós encontrámos em Narcóticos Anónimos. O processo de vir a acreditar envolve uma boa-vontade para reconhecer os milagres quando eles acontecem. Partilhamos o milagre de estarmos hoje limpos, e cada um de nós tem outros milagres que aguardam apenas o nosso reconhecimento. A quantos desastres de automóvel ou "overdoses", ou outras quase-catástrofes, é que nós sobrevivemos? Conseguimos olhar para trás para as nossas vidas e ver que não foi apenas uma questão de "sorte"? A nossa experiência em recuperação dá-nos também exemplos de um Poder Superior a trabalhar pelo nosso bem. Quando conseguimos olhar para trás, para a evidência de um Poder Superior amantíssimo a actuar para nosso bem, torna-se possível acreditar que este Poder Superior irá continuar a ajudar-nos no futuro. E essa confiança dá-nos a força para seguirmos em frente. 

Só por hoje: A minha recuperação é mais do que apenas coincidência. A minha força deriva de eu saber que o meu Poder Superior nunca me deixou mal e continuará a guiar-me.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

SEXTA, 22 DE JUNHO DE 2012 Aceitar a vida tal como ela é


SEXTA, 22 DE JUNHO DE 2012


Aceitar a vida tal como ela é 
"Na nossa recuperação é essencial aceitarmos a realidade. Quando o conseguimos, não sentimos necessidade de usar drogas numa tentativa de mudar a nossa percepção." Texto Básico, p. 102 
As drogas costumavam isolar-nos da força plena da vida. Quando paramos de usar e entramos em recuperação, vemo-nos confrontados directamente com a vida. Podemos sentir-nos desapontados, frustrados, ou com raiva. As coisas podem não correr exactamente como gostaríamos. O egocentrismo que cultivámos ao longo da nossa adicção distorceu as nossas percepções da vida; torna-se por isso difícil largarmos as nossas expectativas e aceitarmos a vida tal como ela é. Aprendemos a aceitar as nossas vidas ao trabalharmos os Doze Passos de Narcóticos Anónimos. Descobrimos a forma de mudar as nossas atitudes e de largar os nossos defeitos de carácter. Não precisamos mais de distorcer a verdade, ou de fugir das situações. Quanto mais praticarmos os princípios espirituais contidos nos passos, mais fácil se tornará aceitar a vida exactamente como ela é. 

Só por hoje: Vou praticar a auto-aceitação praticando os Doze Passos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

QUINTA, 21 DE JUNHO DE 2012 Novos níveis de honestidade


QUINTA, 21 DE JUNHO DE 2012


Novos níveis de honestidade 
"Temos sido peritos a iludirmo-nos e a racionalizarmos." Texto Básico, p. 32 
Quando chegamos à nossa primeira reunião e nos dizem que precisamos de ser honestos, começamos a pensar, "Bom, isso não vai ser assim tão difícil. Basta-me parar de mentir." Para alguns de nós, isso será fácil. Não precisamos mais de mentir aos nossos patrões quando faltamos ao trabalho. Não precisamos mais de mentir às nossas famílias sobre onde estivemos na noite anterior. Ao deixarmos de usar drogas, vemos que há menos motivos para mentir. Alguns de nós poderão ter dificuldades mesmo com este tipo de honestidade, mas pelo menos é simples aprender a não mentir - basta parar, seja qual for a circunstância. Com coragem, prática e determinação, o apoio de outros membros de NA, e a ajuda do nosso Poder Superior, a maioria de nós acaba por conseguir alcançar este tipo de honestidade. Mas a honestidade é mais do que apenas não mentir. O tipo de honestidade que é verdadeiramente indispensável em recuperação é a honestidade própria, que não é nem fácil nem simples de se alcançar. Ao longo da nossa adicção, criámos uma tempestade de ilusões e de racionalização, um rodopio de mentiras no qual a voz calma e serena da honestidade própria não conseguia ser ouvida. Para nos tomarmos honestos connosco, precisamos primeiro de parar de mentirmos a nós próprios. Nas nossas meditações do 11º Passo temos de sossegar a mente. Conseguiremos então, no silêncio que se instala, escutar a verdade. Quando conseguimos sossegar, a honestidade própria estará ao nosso alcance. 

Só por hoje: Vou estar calmo e sossegado, escutando a voz da verdade dentro de mim. Vou honrar a verdade que descobrir.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

QUARTA, 20 DE JUNHO DE 2012 Meditação para iniciados


QUARTA, 20 DE JUNHO DE 2012


Meditação para iniciados 
"Para alguns a prece é pedir a ajuda de Deus; a meditação é escutar a resposta de Deus... Quando acalmamos a mente através da meditação, sentimos uma paz interior que nos põe em contacto com o Deus dentro de nós." Texto Básico, p. 53 
A muitos de nós disseram, "Tem paciência quando estiveres a aprender a meditar. É preciso prática para se reconhecer aquilo que é preciso 'escutar'." É bom que nos tenham dito isto, ou muitos de nós teriam desistido após a primeira ou segunda semana de meditação. Ao longo das primeiras semanas, é provável que nos tenhamos sentado de manhã, acalmado os pensamentos, e "escutado", como diz o Texto Básico - mas sem "ouvir" nada. Poderão ter passado mais algumas semanas antes de algo realmente acontecer. Mesmo então, aquilo que aconteceu era por vezes dificilmente detectável. Acabávamos as nossas meditações matinais a sentir-nos um pouco melhor connosco próprios, a sentir um pouco mais de empatia por aqueles que íamos encontrando ao longo do dia, e um pouco mais em contado com o nosso Poder Superior. Para a maioria de nós não houve nada de dramático nessa consciencialização - não houve relâmpagos ou trovões. Em vez disso foi algo silencioso, mas com imenso poder. Estávamos a arranjar tempo para colocar os nossos egos e as nossas ideias fora do caminho. Nesse espaço de claridade, estávamos a melhorar o nosso contacto consciente com a fonte da nossa recuperação diária, o Deus da nossa concepção. A meditação era uma coisa nova, e exigia tempo e prática. Mas, como todos os passos, resultava - quando a praticávamos. 

Só por hoje: Vou praticar "escutar" o conhecimento da vontade de Deus para mim, mesmo que ainda não saiba aquilo que devo "escutar".

terça-feira, 19 de junho de 2012

TERÇA, 19 DE JUNHO DE 2012 Um sentido de humor


TERÇA, 19 DE JUNHO DE 2012


Um sentido de humor 
"Descobrimos que quando perdemos a auto-obsessão somos capazes de compreender o que significa ser-se feliz, alegre e livre." Texto Básico, p. 119 
As gargalhadas nas nossas reuniões por vezes surpreendem o recém-chegado. Enquanto grupo, apreciamos os efeitos reparadores de uma gargalhada saudável. Mesmo que estejamos com grandes preocupações, a alegria que por vezes inunda as salas de reuniões permite que, por momentos, nos divirtamos com a nossa recuperação. Através do humor, podemos sentir um alívio temporário da nossa obsessão connosco próprios. A vida, tal como ela é, nem sempre constitui um motivo para rir. Mas se conseguirmos manter um sentido de humor, aguentaremos melhor tudo aquilo que possa parecer demasiado. Quantas vezes é que nos deixámos esmagar por acontecimentos que, se levados com um pouco de humor, não são assim tão intoleráveis? Quando nos irritamos com pessoas e coisas, a procura do humor na situação pode pôr as coisas numa perspectiva mais clara. A capacidade de encontrar humor numa situação difícil é um dom a desenvolver. 

Só por hoje: Vou procurar o humor nas dificuldades. Quando cometer erros, vou procurar uma forma de me rir do humor das minhas imperfeições.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

SEGUNDA, 18 DE JUNHO DE 2012 Reparações indirectas


SEGUNDA, 18 DE JUNHO DE 2012


Reparações indirectas 
"As reparações indirectas podem ser necessárias onde uma reparação directa seria arriscada ou iria colocar outras pessoas em perigo." Texto Básico, p. 47 
Quando usávamos não deixávamos que nada se pusesse no caminho das drogas. Não nos lembramos, por isso, com precisão, de toda a gente a quem prejudicámos, financeira ou emocionalmente. Quando chegou a altura de fazer reparações através do nosso Nono Passo, descobrimos que havia tanta gente a quem havíamos prejudicado que provavelmente nunca nos lembraríamos de todos. Com a ajuda do nosso padrinho ou madrinha e de outros membros em recuperação em NA, encontrámos uma solução para este obstáculo. Comprometemo-nos a completar estas reparaçÕes anónimas servindo a comunidade. Concentrámos os nossos esforços de serviço na ajuda ao adicto que ainda sofre. Encontrámos assim uma forma de retribuir à sociedade. Hoje, com o amor e a orientação de membros em NA, estamos a construir, em vez de destruir, o mundo à nossa volta. Estamos a transformar as nossas comunidades em sítios melhores para viver, ao transmitirmos a mensagem de recuperação àqueles que vamos encontrando nas nossas vidas. 

Só por hoje: Vou fazer reparações indirectas dando a mão a um adicto que possa precisar de ajuda. Vou fazer um esforço, mesmo que pequeno, para tornar a minha comunidade um sítio melhor para se viver.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

SEXTA, 15 DE JUNHO DE 2012 Resistência à mudança







 

"Muitos de nós agarram-se aos nossos medos, dúvidas, baixa auto-estima ou ódio, pois há como que uma falsa segurança na dor que nos é familiar. Parece mais seguro abraçarmos aquilo que conhecemos, do que o largarmos e seguirmos em direcção ao desconhecido." Texto Básico, p. 39 
Já tenho ouvido dizer que "quando a dor de permaneceremos na mesma for maior do que a dor da mudança, iremos mudar." Os nossos medos podem impedir-nos de crescer, de pôr um fim a relações, de mudar de emprego, de ir a novas reuniões, de começar novas amizades, ou de tentar qualquer coisa fora do vulgar. Permanecemos, por muito mais tempo do que deveríamos, em situações que já não estão a resultar, apenas porque aquilo que é familiar é para nós mais seguro do que o desconhecido. Qualquer mudança implica ultrapassarmos os nossos medos. "E se eu ficar sozinho para sempre?", poderemos pensar, perante a hipótese de pormos fim a uma relação. "E se eu descobrir que sou incompetente?", pensaremos ao contemplar uma mudança de trabalho. Poderemos evitar ir a novas reuniões pois teremos de nos aproximar de outros. As nossas mentes produzem centenas de desculpas para nos deixarmos ficar onde estamos, com medo de tentarmos algo de novo. Descobrimos que a maior parte da nossa dor não advém da mudança, mas antes da resistência à mudança. Em NA aprendemos que a mudança é a forma de avançar nas nossas vidas. Novos amigos, novas relações, novos interesses e desafios, irão substituir tudo o que esteja velho. Com estas coisas novas nas nossas vidas, encontraremos novas alegrias e amores.

Só por hoje: Vou deixar ir o antigo e abraçar o novo, e assim crescer.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

QUINTA, 14 DE JUNHO DE 2012 Manter a nossa fé



"Se diariamente mantivermos a nossa condição espiritual, será mais fácil lidarmos com a dor e a confusão." Texto Básico, p. 106 
Quando iniciámos a procura de um Poder superior a nós mesmos, muitos de nós ficaram presos a velhas crenças e ideias. Estas iam desde o medo de um Deus castigador e vingativo, até à ausência total de crença. Alguns de nós sentimos que havíamos feito coisas tão horríveis que um Poder amantíssimo nunca quereria ter algo a ver connosco. Outros convencemo-nos de que as coisas "más" que nos aconteceram nunca se teriam passado se existisse de facto um Poder amantíssimo. Foi preciso tempo, esforço, uma mente aberta, e fé, para adquirirmos uma crença prática num Poder Superior amantíssimo que nos orientasse através dos desafios da vida. Mesmo depois de virmos a acreditar num Poder superior a nós mesmos, as nossas velhas ideias podem voltar ao de cima para nos assolar. Os contratempos nas nossas vidas e as inseguranças por eles criados podem conduzir ao regresso das nossas velhas e inadequadas ideias acerca de Deus. Quando isso acontece, precisamos de nos assegurar de que o nosso Poder Superior não nos abandonou, mas que está à espera para nos ajudar a atravessar os momentos difíceis na nossa recuperação. Não importa quão dolorosas possam ser as nossas perdas, iremos sobreviver aos contratempos e continuar a crescer, se mantivermos a fé que o nosso programa nos deu. 

Só por hoje: Tenho-me aplicado a construir a minha fé num Poder Superior amantíssimo e carinhoso, que nos guiará através dos desafios da vida. Hoje vou confiar nesse Poder.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

QUARTA, 13 DE JUNHO DE 2012 Uma vida preenchida




"O programa produz um milagre nas nossas vidas... Ficamos livres para viver." Texto Básico, p. 12 
A maioria de nós - não é preciso estarmos em recuperação há muito tempo - já ouviu alguém queixar-se numa reunião de trabalhar demais, de não ter tempo para reuniões, para apadrinhar, ou para outras coisas. Talvez até já tenhamos sido nós a queixarmo-nos. Os dias parecem tão preenchidos: trabalho, família e amigos, reuniões, actividades, apadrinhamento, trabalho de passos. "Não há horas suficientes durante o dia," queixamo-nos, "para se conseguir fazer tudo e ir ao encontro das exigências de toda a gente." Quando isto acontece, há outros que costumam rir-se - membros que se calhar planeavam queixar-se do mesmo. Esses risos vêm de reconhecermos que estamos a queixar-nos do milagre da vida que temos hoje. Há não muito tempo, só poucos de nós é que conseguiam ter qualquer um destes "problemas" na sua vida. Todas as nossas energias estavam dirigidas para o consumo de drogas. Hoje temos vidas preenchidas, com todos os sentimentos e todos os problemas que resultam de se viver dentro da realidade. 

Só por hoje: Vou lembrar-me de que a minha vida é um milagre. Em vez de ressentir ter uma vida tão ocupada, vou sentir-me grato por ter uma vida tão preenchida.
PESSOAL QUE OLHA O BLOG OU ATÉ MESMO TINHA COMO COSTUME VER A MEDITAÇÃO AQUI.
MINHAS SINCERAS DESCULPAS,



TIVE POR UM TEMPO FORA DO MUNDO VIRTUAL E ATÉ MESMO LONGE DE MIM MESMO MAIS AGORA. ESTOU AQUI. "EU VOLTEI AGORA PRA FICAR, PORQUE AQUI, AQUI É MEU LUGAR"...